As últimas sobre o portal mais ou menos de todos os tempos! E também sobre o mundo das séries CH.

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21 June 2008

Este blog anda mais ou menos que nem o Chaves, um tanto abandonado... É que, gente, eu estou trabalhando pra dedéu neste último mês. Sempre que eu sento na frente do meu computador, pra começar a fazer as minhas coisas, como desenhos ou músicas, o horário é, quase sempre... 23h58. E nas três últimas semanas, não tive mais a segunda-feira só pra mim como tinha antes. Ah, se ao menos eu pudesse desphrutar de 100% do salário que me pagam, mas, nem isso... E chega, que isso aqui não é divã de psicanalista! Sei lá, estou pensando em como reverter essa situação, nem que eu precise escrever textos genéricos sobre o tema Chaves e Chapolin, assim como o Gustavo Berriel phazia (ou ainda phaz, faz tempo que eu não dou uma bisoiada.)

Ah, como eu escrevo nos blogs, então? Durante o longo and enfadonho período de renderização de imagens e de autoração de DVDs! E tudo isso porquê a Apple não fez nenhum software que grave MOVs a partir de imagens "ao vivo", sem timecode! Fica aqui a minha sugestão para o Steve Jobs, quando lançar o Mac OS XP, digo...

16 January 2008

Tucanaram a falsificação?!
Um dos tipos de spam que eu mais recebo é de vendas de "réplicas de relógios de griffe". Tudo em inglês, e o que é pior, naquele dialeto numérico, pra enganar os filtros anti-spam... De curiositê, eu pesquisei via Gúgol e fui em um site em português que vende essas coisas.
As réplicas não são lá muito baratas: todas são mais de um salário mínimo, e trazem, segundo o site, "todas as logomarcas". Sempre com um "downscaling": onde era ouro, entra aço inoxidável dourado. Alguns relógios prometem que os cronômetros são funcionais - ou seja, em alguns deles, os ponteirinhos adicionais de cronógrafo, altímetro e o caramba a quatro que tem em alguns relógios simplesmente não se mexem... É mole?

A pergunta que não quer calar: essa história de réplica não seria apenas uma conversa mole pra vender relógios falsos?!... É que usar relógios de baixa qualidade não é crime, a menos que o Kassab esteja querendo aprontar alguma nos próximos meses...

Ao contrário dos automóveis réplicas, esses relógios jamais se assumem como tal! Se é igual ao Rolex, tem todos os logotipos do Rolex, mas não é Rolex, é o quê, então?... E o pior é que é tudo idêntico, não é como os eletroeletrônicos Coby, Peconic e Shairp, ou os videogames , Polystation e assemelhados, que meio que "parodiam" os produtos originais e são, logo de cara, produtos inferiores.

07 December 2007

Este post vai em homenagem ao Blogger, que deu pra colocar todos os menus em inglês, quando eles estavam em português, e a um mega de um DVD que o outro computador está queimando há algumas horas e que me deixou com um pequeno tiempo libre. Brindá-los-emos (e às demais tribos urbanas, também) com a opinião e a análise de um poema pós-moderno que está dando o que falar em outras plagas, mas somente nós (© Djalma Jorge Show) tivemo as idéia de escrevrê as letra-lhes e botarse-lhes nas Internééé!! Conphira a letra antes que ela caia no vestibular da Furvest!!

CHINELA
Ademir do Arari

Entrei numa griffe
quando eu vi uma chinela

* Griffe? Com certeza, não se trata da Daslu, mas vamos em frente. Musicalmente o começo é soberbo, em tempo 'rubato'.

Chinela tão linda, chinela querida

Sei que vai fazer parte da minha vida

* Seria porventura cravejada de diamantes? Ou ostentaria ela a logomarca de seu time de coracção?!... Possívelmente isto a faria ser, além de desejada, também querida.

Fiquei admirado, fiquei pobre-coitado
a olhar a chinela

*Pobre-coitado com hífen? É talvez o único jeito de fazer com que a frase tenha sentido. Ao que tudo indica, esse neologismo significa "indivíduo desprovido de bens materiais e pessoais além de desprestigiado enquanto cidadão", o que descreve 197,4% do povo brasileiro.
Chinela querida, sei que vai ...
vais
fazer parte da minha vêda
* Surpreendentemente o intérprete se corrige e passa a usar a segunda pessoa do plural, como se costuma fazer mais ao norte deste país. E em Portugal! (Só pra rimar...) A chinela é tão importante, que não faz parte somente de sua vida, mas de sua Veda - que são os quatro livros-base do Hinduísmo!! Mostrando a que ponto chega sua necessidade por pisantes não-invocados.

Chinela querida
Sei que isso (??) faz parte da griffe

* Aqui, um instante de hermetismo, mas o que fica no ar é que a chinela faz parte, é propriedade, de uma griffe, e que teóricamente devido a isso, não deveria calçar o interlocutor.
Fiquei emocionado, fiquei preocupado
se eu não poder usar esta chinela

Fiquei emocionado, pouco preocupado

se eu não puder usar esta chinela

* O cantor, aqui, revela sua enorme carência, possívelmente devido, quiçá, à sucessivos insucessos em relação ao sexo opuesto. Uma simples chinela já é suficiente para deixá-lo emocionado, mas, incrívelmente, ao contrário do que imaginaríamos, já é motivo de preocupação!

Linda chinela, chiné... *errou a entrada
Chinela tão linda, chinela querida
Sei que vai fazer
paste,
vai fazer
paste da minha vida.
* Não, não é o ato de apertar as teclas Ctrl+V. A pronúncia é [paſ'tı], como oxítona. Trata-se de uma 'flapping rule' seguida pelo intérprete.

Entrei numa griffe/ E olhei uma chinela
Chinela tão linda,

Sei que vai fazer parte... ah... da minha vida

Chinela tão linda
Eu... a olhei

* Mais uma vez uma excelente utilização da norma culta: o compositor prefere perder a rima ("chinela" rima com "eu olhei pra ela") do que desrespeitar a gramáctica, parabéns, meu jovem!
Fiquei preocupado, fiquei emocionado
se a chinela eu não podê-la usar

* Observem! Quem, neste país, se lembra de usar a ênclise ("podê-la") numa hora dessas?!...

Sei[s] que é uma chinela
Chinela querida, linda, eu vou usar.

* Belíssima rima, e que é uma chinela, todos já, de certa forma, nutriam essa impressão. Note o s adicional após o verbo "Sei", que denota, de forma simbólica, tratar-se de um par de chinelas.


O pior de tudo é que ao contrário de mim, que suê vocalista da Banda Salt Cover (da qual surgiu a 'emissora'), e do meu colega Gleydson, do KNT, Ademir do Arari seria o que podemos chamar de um "artista de verdade", ou um artista segundo os conceitos de Elton John.
Até patrocínio ele diz ter, na faixa Forrózinho, daonde sai o surpreendente verso "Forrozinho à noite inteira só é bem melhor quando tem a mulherada" - ou seja, segundo ele, dá pra levar um forró dançando composto apenas por integrantes do sexo masculino. Vai entender...
Não resta dúvida, Ademir do Arari, é gente que phaz.

24 August 2007

T! CULINÁRIA
The Garbage Frang

O pessoal aqui em casa comprou um filé de frango da Sadia. Meu, que coisa mais horrível. Parecia um novelo de lã com sabor, ou o frango tinha distrofia muscular progressiva. O que nos remete ao provérbio do Barão de Itararé: quando pobre come frango, um dos dois está doente.
O pior é isso ser de marca. Já comi tanta coisa horrenda (claro, entre as iguarias paulistanas, em outros estados, capitularei) que era muito melhor do que isso aí: coxinhas de procedência duvidosa, daquelas que no Pânico na TV iria tocar a marcha fúnebre.  Coisas do nível daquela salsicha que Cosmo Kramer comeu em um cinema abandonado e dizia: "Textura interessante..." É Sadia, é çaldável. Com gordura trans e tudo.

Curiositê: Você sabia que o mascote da Sadia se chama Lequetreque? Eu também não... E olha que ele fala, ao contrário da Galinha Azul.

DESSERVIÇO>> http://www.sadia.com.br